Cobrar apenas o valor da peça
Um erro comum é precificar o conserto considerando somente o custo da peça, sem incluir mão de obra, tempo de diagnóstico, garantia oferecida e despesas fixas do negócio. Isso reduz a margem de lucro e compromete a saúde financeira da assistência técnica.
Não considerar o tempo de diagnóstico
Alguns defeitos exigem um tempo maior de investigação antes mesmo do reparo começar. Não incluir esse tempo no valor cobrado faz com que o técnico trabalhe horas que não são remuneradas.
Ignorar a concorrência sem analisar o próprio custo
Copiar o preço de outras assistências técnicas sem entender a própria estrutura de custos pode levar a cobrar valores abaixo do necessário para manter o negócio saudável, especialmente quando os concorrentes têm despesas diferentes.
Não revisar os preços periodicamente
Peças, aluguel e outros custos mudam com o tempo, mas muitas assistências técnicas deixam a tabela de preços desatualizada por meses. Revisar os valores periodicamente evita que a margem de lucro seja corroída aos poucos.
Como corrigir esses erros
Uma boa prática é montar uma planilha ou usar um sistema de gestão para calcular o preço de cada serviço somando custo da peça, mão de obra, despesas fixas rateadas e margem de lucro desejada, revisando esses valores a cada poucos meses.